


Olá a todos,
Finalmente fomos a Portugal, aquela luz, cheiro….transito….mas sem duvida há um sentimento especial quando pisamos o chamado solo da Mãe Pátria! Talvez algo nos una ancestralmente ou serão o conjunto de sensações e vivências que nos invadem a memória.
No entanto tenho de confessar que mais forte que todo este poetismo assim que o avião aterrou a sensação foi de puro alivio. Alivio da viagem ter terminado, de estarmos em casa e de pensar que brevemente teria descanso, que iria deixar as minhas filhas com os tios, e que iria finalmente jantar fora com o meu marido, namorar, ir ao cinema…UFA
Tentem imaginar a nossa viagem Benguela – Luanda, saída de casa às 6h30 da manhã, muito choro pelo meio ( coitado do André! Espero que não tenha ficado traumatizado), paramos a meio caminho no Sumbe, para tomar outro pequeno almoço junto à praia ( esta parte foi boa) e comer uma tosta mista fantástica. Vimos as cachoeiras lindas, almoçamos….e lá seguimos viagem de novo. Quando estamos quase a chegar ao destino é que as coisas complicam, a ansiedade aumenta, e a entrada em Luanda gratificou-nos com 1h30 de trânsito em para-arranca…..lindo! Chegamos a Luanda eram umas 20h.
Dormimos em Luanda e no dia seguinte ( ou melhor…algumas horas depois) pelas 5h da manhã já estávamos no aeroporto, o voo era às 7h.
O voo leva cerca de 8h, são 8h com duas bebés com bichos carpinteiros a correr para trás e para a frente os corredores do avião….fantástico.
Compreendem a nossa alegria ao aterrar em Lisboa?
Seguiram-se em Lisboa consultas médicas, compras nos saldos já apensar no ano seguinte, os sapatos que já não servem, e aquelas “coisadas” todas.
Pouco depois já estávamos a fazer a viagem para o Algarve para as férias.
Com excepção de alguns momentos de stress puro as férias correram muito bem.
Uma vez estávamos nós na sala da casa de férias e de repente o Martim levanta-se rápido da mesa e sai a correr, acontece que a Senhora Maria Gabriela tinha aberto o portão do quintal e estava a atravessar a rua. Já a apanhamos do outro lado da rua, e em vez da palmadinha que tinha vontade de dar só me ocorreu dar-lhe muitos beijinhos………..mistérios da vida de mãe.
As férias essas foram óptimas, e a praia este ano gratificou-nos com água quentinha, algumas inundações de areal que foram mesmo a calhar para as nossas piolhas e muito sol. Tivemos excelentes momentos em família, e essa parte vocês já sabem, porque estiveram presentes!
Finalmente fomos a Portugal, aquela luz, cheiro….transito….mas sem duvida há um sentimento especial quando pisamos o chamado solo da Mãe Pátria! Talvez algo nos una ancestralmente ou serão o conjunto de sensações e vivências que nos invadem a memória.
No entanto tenho de confessar que mais forte que todo este poetismo assim que o avião aterrou a sensação foi de puro alivio. Alivio da viagem ter terminado, de estarmos em casa e de pensar que brevemente teria descanso, que iria deixar as minhas filhas com os tios, e que iria finalmente jantar fora com o meu marido, namorar, ir ao cinema…UFA
Tentem imaginar a nossa viagem Benguela – Luanda, saída de casa às 6h30 da manhã, muito choro pelo meio ( coitado do André! Espero que não tenha ficado traumatizado), paramos a meio caminho no Sumbe, para tomar outro pequeno almoço junto à praia ( esta parte foi boa) e comer uma tosta mista fantástica. Vimos as cachoeiras lindas, almoçamos….e lá seguimos viagem de novo. Quando estamos quase a chegar ao destino é que as coisas complicam, a ansiedade aumenta, e a entrada em Luanda gratificou-nos com 1h30 de trânsito em para-arranca…..lindo! Chegamos a Luanda eram umas 20h.
Dormimos em Luanda e no dia seguinte ( ou melhor…algumas horas depois) pelas 5h da manhã já estávamos no aeroporto, o voo era às 7h.
O voo leva cerca de 8h, são 8h com duas bebés com bichos carpinteiros a correr para trás e para a frente os corredores do avião….fantástico.
Compreendem a nossa alegria ao aterrar em Lisboa?
Seguiram-se em Lisboa consultas médicas, compras nos saldos já apensar no ano seguinte, os sapatos que já não servem, e aquelas “coisadas” todas.
Pouco depois já estávamos a fazer a viagem para o Algarve para as férias.
Com excepção de alguns momentos de stress puro as férias correram muito bem.
Uma vez estávamos nós na sala da casa de férias e de repente o Martim levanta-se rápido da mesa e sai a correr, acontece que a Senhora Maria Gabriela tinha aberto o portão do quintal e estava a atravessar a rua. Já a apanhamos do outro lado da rua, e em vez da palmadinha que tinha vontade de dar só me ocorreu dar-lhe muitos beijinhos………..mistérios da vida de mãe.
As férias essas foram óptimas, e a praia este ano gratificou-nos com água quentinha, algumas inundações de areal que foram mesmo a calhar para as nossas piolhas e muito sol. Tivemos excelentes momentos em família, e essa parte vocês já sabem, porque estiveram presentes!
Sem comentários:
Enviar um comentário