Há dias em que nós pensamos que a desilusão do mundo se abate em nós e de repente, como que por magia, o sol espreita e abre o azul do horizonte iluminando os nossos sorrisos. 6ªf foi um dia desses.
De manhã atrasei-me a ir buscar a Celeste atarefada com coisas da obra. Já estava ela murchita de esperar.
Afinal de contas ninguém conseguia encontrar a tal levedura para a armadilha de mosquitos, nem mesmo os padeiros sabiam dizer qual era. Cheguei a receber do estafeta um saco com massa de pão a levedar…..que acabei por oferecer….
Peguei na Celeste e fomos à padaria, comemos as duas um palmier e fui falar com o chefe da padaria. Mais uma vez mais um saco de massa de pão a levedar.
Agradeci obviamente e fui embora pouco convencida. De certeza que não é isto o pretendido na receita…pensei…
Quando esperava pelo padeiro e a sua solução pouco milagrosa telefonaram-me – era da estação de correios a dizer que tinham lá a minha encomenda! Que tinha já de ir lá!
Saco de massa de pão na mão, palmier e Celeste, voamos nós!
Na estação de correios vi pela 1ª vez a caixa abatida mas triunfante na chegada ao destino.
A responsável pelas encomendas está de férias, mas vai lá todos os dias porque é a única que pode entregar volumes.
Mas o meu não podia ser entregue, tinha 1º de ser vista pela alfandega.
E lá fui eu em paz sabendo que a encomenda tinha chegado, mas frustrada sem a ter nas mãos e a imaginar mil esquemas que o Sr da alfandega iria gerar….
A Celeste ficou na escola com uma repreensão da educadora – tão tarde Celeste!
Entretanto fui para a obra muito desassossegada com isto da levedura.
Bem sei que tenho muito trabalho e a obra espera por soluções, mas este dia realmente já estava do avesso do normal desde o inicio.
Lá fui eu navegar pelo mundo pela net, ainda perguntei pelo msn à minha tia Prof na Faculdade de Ciências em Lisboa, e após investigações a conclusão apareceu como Eureka. É mesmo o fermento do pão. Só que esse fermento algumas pessoas chamam de levedura. Esclarecido o assunto, preparados os ingredientes. O Workshop para ensinar a fazer as armadilhas foi agendado-16h.
Depois do almoço lá fui eu para a Estação de Correios, e nada da Senhora de férias, nada de atender o telefone, e depois já a ir para o carro – eis que ela aparece airosa e nada leve….
Lá fomos ao armazém buscar a minha encomenda, depois de pagas as taxas todas, e mais alguma, agarrei-me a minha caixa enorme de 12kgs como se fosse pena e saí rápido antes que alguém se arrependesse!!!
Chegada à obra é escusado de dizer que fui logo verificar as pecitas todas – ali estavam os 3 “pópós” e eu já a ver a felicidade das minhas filhas estampado no rosto, e do Miguel também! Ai quando eles vissem!!!
Lição dada a todos, fornecidos kits aos funcionários com os ingredientes para fazerem em casa, e dada 2ª dose de açúcar mascavado a quem não aguentou a fome e comeu o ingrediente da armadilha.
Vamos para casa! Buscar a Celeste, ir entregar uma carta de trabalho a um escritório, levantar Jantar no restaurante.
Esperei pelo Nando , claro, para dar a prenda. Despachei os banhos para estarem prontinhas!
E a partir daí nem Jantar nem bacio nem nada – popós para todo o lado, incluindo Pai e Mãe, igualmente divertidíssimos!
http://www.popo.pt/
Hoje Sábado trabalhamos de manhã mas de tarde já programamos para dar o carrinho ao Miguel irmos todos para um ringue de patinagem que há no Parque do Nando, ao lado do campo de ténis, e vamos divertir-nos, muito muito!
Prometo depois ilustrar! Bom fim de semana.
1 comentário:
O que esse parque já viu....ahahahah
VIVA PORTUGAL......7-0
Beijokitas
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